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domingo, 3 de junho de 2012

Dia de Evangelização Global mobiliza cristãos de 200 países No Brasil diversos ministérios aceitaram o desafio que também pode ser assumido individualmente ou em grupos



Dia de Evangelização Global mobiliza cristãos de 200 países
Acontece nesse sábado o Dia de Evangelização Global, mobilização promovida pela Global Outreach Day (G.O.D. – Dia de Evangelização Global), que em parceria com o Global Day of Prayer (Dia Global da Oração) tem como objetivo realizar uma grande campanha de oração e evangelização em todo o planeta.
Para participar não é necessário se cadastrar e nem agir apenas em grupos ou por meio de denominações, qualquer pessoa pode se sentir motivada a participar desse evento montando sua própria estratégia de evangelismo.
A G.O.D. sugere, entre outras atividades, a visita em hospitais, presídios, distribuição de panfletos e cultos em praças públicas, mas nada impede que você ou um grupo de cristãos crie outros métodos para levar a mensagem de Cristo para outras pessoas.
Em São Paulo a Igreja Apostólica Casa Firme estará realizando uma campanha de evangelismo na Avenida Paulista, os membros da CaFi vão se encontrar no MASP por volta das 10h e seguirão em direção ao templo do bairro da Saúde.
Vários líderes ministeriais do Brasil também participarão dessas ações e pastores conhecidos em todo o mundo também estão envolvidos no Dia da Evangelização Global, como Dr. Yonggi Cho, Cunningham Loren (JOCUM), Reinhard Bonnke (CfaN), Anderson Marcos (Call2All), bem como organizações como Real Rangers, Alpha, e outras instituições.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Pastor morre ao ser picado por cobra durante culto Antiga tradição pentecostal do Sul dos EUA inclui uso de serpentes nos cultos



Pastor morre ao ser picado por cobra durante culto
Mack Wolford, um pastor pentecostal de West Virginia, ficou conhecido por usar serpentes durante seus sermões. Ele foi destaque em novembro passado no jornal The Washington Post.
Parte de sua mensagem se baseava na promessa de Jesus que os cristãos seriam invulneráveis a picadas de serpentes e escorpiões (Marcos 16:17-18). Durante anos ele fez uso desses animais, que criava em uma sala da igreja. Mas no último domingo o inesperado aconteceu.
O pastor costumava fazer cultos na igreja Church of the Lord Jesus e ao ar livre. Quando ele pregava sobre o poder do Espírito Santo, boa parte da plateia falava em línguas estranhas enquanto ele manipulava cobras e assegurava os presentes que aquilo era um teste de fé para os cristãos, pois eles deviam confiar nas promessas de Deus.
Contudo, aos 44 anos de idade, ele faleceu, vítima da picada de uma cascavel que ele tinha em casa há anos. Curiosamente, a tragédia ocorrer na véspera de um grande evento promovido por ele no parque estadual Panther Wildlife Management Área. Nos dias anteriores, Wolford tinha postado várias mensagens na sua página do Facebook, pedindo às pessoas para comparecerem. “Estou esperando um grande movimento neste domingo”, escreveu. “Vai ser como nos velhos tempos. Teremos crentes cheios do Espírito Santo, línguas e sinais”.
Ele também convidou sua família, que em grande parte abandonou a prática de manipular serpentes, para irem ao parque.
“Em um momento ou outro, todos nós já usamos [serpentes], mas tínhamos parado”, explicou sua irmã, Robin Vanover. “Seu aniversário foi sábado, e tudo que ele queria era ver seus irmãos e irmãs na igreja juntos”, lembra.
Após o período de louvor e adoração, com cerca de 30 minutos, Wolford passou uma cascavel para um membro da igreja e sua mãe. Depois, ele se sentou ao lado da serpente. Foi quando ela o mordeu na coxa.
O culto foi interrompido, e Wolford levado para casa de um parente, na cidade de Bluefield, onde pretendia se recuperar apenas com orações, como sempre fez quando sofreu picadas de cobras anteriores. Ao final da tarde, ficou claro que desta vez era diferente, e as mensagens desesperadas começaram a surgir no seu perfil do Facebook, pedindo oração. Mas ele se recusou a ser levado ao hospital.
Um guarda florestal, que trabalha no parque estadual, disse que os funcionários não tinham conhecimento das atividades de Wolford e nem dado autorização para o culto. “Se tivéssemos conhecimento que ele carregava animais peçonhentos, nunca teríamos permitido isso”, disse.
Tragicamente, o pai de Wolford morreu em 1983, depois de ser mordido por uma cobra.
Foi então que parte da família abandonou a prática. Porém, Mack tentava manter viva essa antiga prática, comum no sul dos Estados Unidos, mas proibida na maioria dos estados.
Traduzido e adaptado de WND e Washington Post

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Arqueólogo apresenta “novas provas” da travessia do Mar Vermelho Tecnologia foi fundamental na busca pelos vestígios após mais de 3 mil anos


O professor de hebraico antigo e arqueólogo Michael Rood está lançando um DVD em que promete mudar o entendimento da narrativa bíblicade Êxodo, em especial da travessia do Mar Vermelho. Tudo está documentado em um filme de aproximadamente duas horas, disponível em DVD e Blu-Ray, mas por enquanto apenas em inglês.
Ele fez gravações de vídeo subaquáticas no local historicamente identificado como o ponto de travessia. E diz que encontrou formações de corais que se parecem com as rodas das carruagens egípcias, além de ossos humanos e outras evidências do relato do Antigo Testamento.
Rood afirma: “Ateus zombaram da simples menção disso, religiosos modernos negam sua veracidade, especialistas afirmam que os locais tradicionais estão errados. Mas você verá [em vídeo] as evidências científicas e arqueológicas que ficaram preservadas em corais e pedras como testemunho para esta geração da travessia do Mar Vermelho e dos eventos no verdadeiro Monte Sinai”.
Durante meses, Michael Rood e uma equipe internacional de cientistas e exploradores documentaram os achados arqueológicos que consideram um dos mais importantes da história da raça humana. Eles vasculharam o antigo “Yam Soph” (o moderno “Golfo de Aqaba” também conhecido como “Mar Vermelho”), usando câmeras submarinas robóticas que mostram um grande campo de batalha submarino, onde o que sobrou do exército de Faraó ainda permanece incrustado no fundo do mar.
Segundo o arqueólogo, do exército que perseguiu o povo de Deus, estima-se que cerca de 20.000 carruagens foram destruídas naquele dia. Algumas formações de corais encontradas ainda hoje mostram, com a ajuda da tecnologia, que se tratam de vestígios de rodas com quatro pontos de sustentação, que são idênticas aos desenhos encontrados em tumbas egípcias do mesmo período.
E mais, as rodas estão cobertas por uma fina camada de ouro, algo pouco comum, que lhes concedem uma identidade única. O coral, por natureza, não se desenvolve sobre o ouro, o que permite que mesmo depois de tanto tempo os vestígios sejam facilmente identificáveis.
Além disso, ao longo da história, rodas de quatro, seis e oito raios foram usadas, mas as encontradas pela equipe são da 18 ª dinastia, ou seja, de 1.446 aC, quando acredita-se que o êxodo ocorreu.
Traduzido e adaptado de WND e Ark Discovery

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