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quarta-feira, 6 de março de 2013

Missionário convoca cristãos a evangelizar pelo Facebook



O conhecido evangelista e missionário Ray Comfort está convocado os cristãos a participarem efetivamente do evangelismo online. Após passar muito tempo em sua página do Facebook respondendo  centenas de perguntas e comentários de ateus, ele entende que precisa de ajuda.
O missionário já esteve em dezenas de países pregando o evangelho nas ruas, escreveu livros religiosos e nos últimos anos tem se dedicado ao ministério online. Ele produziu um documentário antiaborto chamado “180″, que dura 30 minutos que compara os milhões de pessoas assassinadas por Hitler durante a Segunda Guerra Mundial com os milhões de abortos que ocorreram no mundo.  Também lançou o filme “Genius”, que usa a história  de John Lennon para compartilhar a mensagem bíblica. Ao todo, seu material no Youtube já teve mais de 5 milhões de visualizações.
Ele diz que tem se dado conta como o Facebook e outras redes sociais podem se tornar “um campo de batalha”, devido ao grande número de comentários que suas mensagens na rede geram. Algumas chegaram a ter mais de 1.000 intervenções, nem todas respeitosas.
“De repente me dei conta do quanto pode ser feito pelo Facebook em favor do evangelho. Um dos meus posts foi visto por 1,2 milhão de pessoas. Muitos delas não são cristãos”, disse Comfort. ”Pense em quanto custaria e quantas pessoas seriam necessárias para realizar uma cruzada que atinja 1,2 milhão de pessoas, como as que Billy Graham fazia! Mas podemos chegar a esse número, sem custo nenhum com apenas alguns toques no teclado”.
Embora avise que irá “banido qualquer um que poste ofensas ou blasfêmias”, o evangelista  diz que a maioria das perguntas e comentários são manifestações honestas de ateus querendo discutir o assunto.
Ele acredita que no mundo atual, as redes sociais são ferramentas que permitem que “o cristão comum atinja amigos perdidos toda vez que seus comentários são postados, alcançando várias pessoas sem sair de casa”.
Sobre o grande número de ateus que visitam sua página, ele declarou. “Eu acho que eles estão entediados com uma vida sem Deus. Ateus não são os intelectuais que pensam que são. Eles acham que não há nenhuma prova da existência de Deus. São como peixes no oceano dizendo não ser possível provar que existe água”. Mas ao convocar os cristãos, Confort faz uma ressalva: “Eles estão falando sério. Se nós levarmos o evangelho a sério então precisamos apresentar a eles o verdadeiro evangelho….  O ateísmo está se espalhando como um incêndio na mata seca. Muitos estão se tornando militante em suas tentativas de tirar Jesus da história, da sala de aula, dos tribunais e até mesmo do Natal”.
Ray Confort acredita a maioria dos cristãos não sabe compartilhar eficazmente a fé, fazendo acusações e caindo facilmente em provocações.  ”Você precisa de muita paciência, pois muitos  [incrédulos]são extremamente arrogantes, dizem coisas que não são verdadeiras, e usam argumentos furados. Meu conselho é sempre manter a calma e tratá-los com amor e respeito.
É tentador darmos uma resposta debochada ou simplesmente condená-los ao inferno…   mas precisamos imitar a Jesus em todos os momentos”. Mas insiste que já que cada vez mais passamos parte do nosso dia online, que seja algo produtivo para o Reino de Deus. Com informações Christian Post.

domingo, 3 de março de 2013

Deus é real? Como posso saber com certeza que Deus é real?




Pergunta: "Deus é real? Como posso saber com certeza que Deus é real?"

Resposta: Sabemos que Deus é real porque Ele Se revelou a nós de três formas: na criação, na Sua Palavra e em Seu Filho, Jesus Cristo.

A prova mais básica da existência de Deus é simplesmente o que Ele fez. “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles (incrédulos) fiquem inescusáveis” (Romanos 1:20). “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Salmos 19:1).

Se eu encontrasse um relógio de pulso no meio de um campo, eu não iria pensar que ele simplesmente “apareceu” do nada ou que sempre existiu. Baseado em seu design, eu iria pressupor que alguém projetou suas formas. Mas eu vejo um design tão mais grandioso e preciso no mundo que nos cerca. Nossa medida de tempo não é baseada em relógios de pulso, mas na obra das mãos de Deus: na rotação regular da terra (e nas propriedades radioativas do átomo do césio-133). O universo exibe grandioso design, e isto exige um Grandioso Projetista.

Se eu encontrasse uma mensagem cifrada, eu buscaria um especialista que me auxiliasse na decodificação. Eu presumiria que há um emissor inteligente, alguém que criou o código. Quão complexo é o “código” do DNA que carregamos em cada célula de nossos corpos? Não é verdade que a complexidade e propósito do DNA exigem que haja um Escritor Inteligente para este código?

Deus não apenas fez o mundo físico de modo complexo, elaborado e detalhadamente ajustado, mas Ele também fez penetrar um senso de eternidade no coração de cada pessoa (Eclesiastes 3:11). A espécie humana tem uma percepção inata de que há mais entre o céu e a terra do que meramente aquilo que se vê, que há uma existência maior de que esta rotina secular. Nosso senso de eternidade se manifesta de pelo menos duas formas: na criação das leis e na adoração.

Através da história, todas as civilizações valorizam certas leis morais, que são surpreendentemente parecidas em cada cultura. Por exemplo, o ideal de amor é universalmente valorizado, enquanto a mentira é universalmente condenada. Este aspecto moral em comum, ou seja, esta compreensão global entre o certo e o errado, aponta para o Supremo Ser Moral que em nós imprimiu estes princípios.

Da mesma forma, independentemente da cultura, os povos de todo o mundo sempre cultivaram um sistema de adoração. O objeto da adoração pode variar, mas o sentido de haver um “poder maior” é uma parte inegável da condição humana. Somos propensos a adorar, o que está em harmonia com o fato de Deus ter nos criado “à Sua própria imagem” (Gênesis 1:27).

Deus também Se revelou a nós através de Sua Palavra, a Bíblia. Através das escrituras, a existência de Deus é tratada como um fato evidente por si só (Gênesis 1:1; Êxodo 3:14). Quando Benjamin Franklin escreveu sua autobiografia, ele não perdeu tempo tentando provar sua própria existência. Da mesma forma, Deus não gasta muito tempo provando Sua própria existência em Seu livro. A Bíblia, com sua natureza transformadora de vidas, sua integridade e milagres ocorridos durante o período em que foi escrita poderiam ser suficientes para justificar um olhar mais atento.

A terceira forma pela qual Deus Se revelou é através de Seu Filho, Jesus Cristo (João 14:6-11). “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.” (João 1:1, 14). Em Jesus Cristo “habita corporalmente toda a plenitude de divindade” (Colossenses 2:9).

Na surpreendente vida de Jesus, Ele guardou perfeitamente toda a lei do Velho Testamento e cumpriu as profecias a respeito do Messias (Mateus 5:17). Ele agiu inúmeras vezes demonstrando compaixão e fez inúmeros milagres públicos, tudo para validar Sua mensagem e testemunhar a favor de sua divindade (João 21:24-25). Então, três dias após Sua crucificação, Ele ressuscitou dentre os mortos, um fato afirmado por centenas de testemunhas oculares (I Coríntios 15:6). Os registros da história estão cheios de “provas” de quem é Jesus. Como disse o Apóstolo Paulo: “... porque isto não se fez em qualquer canto” (Atos 26:26).

Sabemos que sempre haverá céticos com suas próprias idéias a respeito de Deus, e que de acordo com estas idéias, interpretarão estas provas. E haverá alguns que nenhuma quantidade de provas será capaz de convencer (Salmos 14:1). No final, o mais importante aspecto é a fé (Hebreus 11:6).

sexta-feira, 1 de março de 2013

Professor é demitido por manter Bíblia sobre a mesa e sugerir questionamentos à teoria da evolução

Professor é demitido por manter Bíblia sobre a mesa e sugerir questionamentos à teoria da evolução
Manter uma Bíblia sobre sua mesa e trazer princípios cristãos para suas aulas causou a demissão do professor John Freshwater de uma escola nos Estados Unidos.
A demissão ocorreu em 2011, após a diretoria da escola alegar que ele estava discutindo temas que não faziam parte da programação das aulas. Os advogados dele argumentam que o desligamento foi feito de maneira inconstitucional.
Pesam ainda sobre o professor, acusações de que ele teria usado uma ferramenta para queimar os braços dos alunos com uma cruz, de acordo com o Daily News.
“Ele não se envolveu em proselitismo religioso, ele discutiu uma teoria científica que passa a ser consistente com os ensinamentos de várias religiões mundiais”, afirmou Hamilton, um dos advogados.
Entretanto, a escola alega que John Freshwater incentivava os alunos a duvidarem das ciências com um folheto, e se negava a ensinar o conteúdo programado, que abordava a criação e a evolução do homem e a homossexualidade, segundo informações do Christian Post.
O professor está recebendo apoio de um grupo que luta por liberdades civis, enquanto que a diretoria da escola tem recebido manifestações de aprovação por parte de grupos ateus e de educação científica.
O caso está sendo julgado pela Corte Suprema de Ohio, e na última quarta-feira, Freshwater apresentou sua versão dos fatos. Os advogados do professor alegam que a demissão violaram os direitos da Primeira e Décima Quarta Emenda da Constituição, que tratam da liberdade de expressão e religiosa.
O Instituto Rutherford, entidade de proteção aos direitos civis, afirmou que irá lutar para que o caso seja revisto e os direitos do professor enquanto profissional e cidadão sejam garantidos: “Vamos defender o direito à liberdade acadêmica de um professor de ciências demitido por incentivar os alunos a pensar criticamente sobre o currículo de ciência da escola, particularmente no que se refere às teorias de evolução”, afirmou o comunicado do instituto.
O advogado da escola, David Smith, rebate dizendo que John Freshwater não tinha liberdade para alterar o conteúdo definido para as aulas: “Não há liberdade acadêmica do professor para fazer isso. Este não é um caso sobre o cânhamo industrial. Este não é um caso sobre a guerra do Iraque. Pontos de vista sociológicos e políticos são coisas completamente diferentes”, argumentou.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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