We are coming soon!

40%

We'll notify you when the site is live:

Maintenance Mode is a free coming soon/under construction blogger template from NewBloggerThemes.com. Maintenance Mode blogger template has jQuery countdown timer, progress bar, tabbed view section, email subscription box and twitter follow and share buttons. You can go to Edit HTML replace this with your own words. For more free blogger templates, visit NewBloggerThemes.com.
Copyright © SEDE NACIONAL | Powered by Blogger
Design by ThemeFuse | Blogger Theme by NewBloggerThemes.com

Blogs

domingo, 26 de maio de 2013

Como conhecer a vontade de Deus para o futuro





Referência: Tiago 4.13-17

INTRODUÇÃO

1. Tiago começou o capítulo 4 falando sobre uma guerra contra o próximo, contra nós mesmos e contra Deus. Ele disse que as guerras entre as pessoas são um desdobramento das tensões que temos dentro de nós mesmos.

2. Ele disse que nessa luta contra Deus enfrentamos a sedução do mundo (v. 4), as paixões da carne (v. 5-6) e as ciladas do diabo (v. 7).

3. Nos versos 11-12, Tiago mostra o risco de declararmos guerra contra os irmãos, usando a língua para falar mal uns dos outros. Tiago corrige esse grave pecado mostrando algumas coisas: 1) Como devemos considerar uns aos outros: como irmãos e como próximo (v. 11-12). 2). Somos irmãos, membros da mesma família, e Jesus é o nosso irmão mais velho. Como próximo, devemos cuidar uns dos outros e não falar mal uns dos outros. 2) Como devemos considerar a lei: Deus nos deu a lei para nos orientar a amar uns aos outros (2:8). Se falamos mal nós quebramos o preceito da lei que devíamos obedecer. Se falamos mal, tornamo-nos juízes da lei e não observadores dela. 3) Como devemos considerar a Deus: Deus é o legislador, o sustentador da vida e o juiz. Quando falamos mal do irmão pecamos contra Deus. 4) Como devemos considerar a nós mesmos: Quando falamos mal do irmão, colocamo-nos numa posição de superioridade (v. 12).

4. Tiago, agora, nos versos 13-17, vai falar sobre o risco da presunção. A presunção atinge várias áreas: 1) Toca a vida: hoje, amanhã, um ano. 2) Toca as escolhas: hoje ou amanhã nós iremos… passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. 3) Toca a abilidade: “e negociaremos, e teremos lucros”. Obviamente Tiago não está combatendo a questão do planejamento, mas combatendo o planejando sem levar Deus em conta. É claro que a vida é feita de nossas escolhas. Precisamos ter alvos, planos, sonhos, mas não presunção.

5. Como nós podemos nos proteger da presunção? 1) Tendo consciência da nossa ignorância: “Vós não sabeis o que sucederá amanhã” (v. 14). 2) Tendo consciência da nossa fragilidade: “Que a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (v. 14). 3) Tendo consciência da nossa dependência total de Deus: “Em vez disso, deveríeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (v. 15).

6. Quais são os perigos da presunção? 1) Isso envolve tomar em nossas próprias mãos o nosso destino: (v. 16). 2) Isso envolve uma declarada desobediência ao conhecido propósito de Deus: (v. 17).

7. PODEMOS AFIRMAR QUE A VIDA HUMANA: 1) A vida humana está em certo aspecto sobre o controle humano – Precisamos tomar decisões e somos um produto das decisões que fazemos na vida: quem queremos ser, com quem andamos, com quem nos casamos, o que fazemos. 2) A vida humana em um sentido não está no controle humano – Nós não conhecemos o nosso futuro nem sabemos o que é melhor para nós. “Todo o que pede recebe…” (Mt 7:7). Devemos procurar saber quais são os sonhos de Deus para a nossa vida. 3) A vida humana está sob o controle divino – Se Deus quiser iremos, compraremos, ganharemos.

8. Neste parágrafo dos versos 13-17, Tiago está também lidando com a questão da vontade de Deus. Ele acentua três atitudes em relação à vontade de Deus:

I. IGNORANDO A VONTADE DE DEUS – V. 13-14,16

Tiago apresentou quatro argumentos para revelar a tolice de ignorar a vontade de Deus:

1. A complexidade da vida – v. 13

Pense em tudo o que envolve a vida: hoje, amanhã, comprar, vender, ter lucros, perder, estar aqui, ali. A vida é feita de pessoas e lugares, atividades e alvos, dias e anos. Todos nós tomamos decisões cruciais dia após dia.

2. A incerteza da vida – v. 14a

Esta expressão é baseada em Provérbios 27:1: “Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que trará à luz.” Esses negociantes estavam fazendo planos seguros para um ano, enquanto não podiam ter garantia de um dia sequer. Eles diziam: nós iremos, nós permaneceremos. Nós compraremos e teremos lucro.

Essa postura é a mesma que Jesus reprovou na parábola do rico insensato em Lucas 12:16-21. Aquele que pense que pode adminitrar o seu futuro é tolo. A vida não é incerta para Deus, mas é incerta para nós. Somente quando dentro da vontade de Deus é que podemos confiança no futuro.

3. A brevidade da vida – v. 14b

Tiago compara da duração da vida como uma neblina. O livro de Jó revela de forma clara a brevidade da vida: 1) “Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão” (7:6); 2) “Os nossos dias sobre a terra são como a sombra” (8:9); 3) “Os meus dias foram mais velozes do que um corredor” (9:25); 4) “O homem nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece” (14:1-2).

Porque a vida é breve não podemos desperdiçá-la nem vivê-la na contra-mão da vontade de Deus.

4. A fragilidade da vida – v. 16

A presunção do homem apenas tenta esconder a sua fragilidade. O homem não pode controlar os eventos futuros. Ele não tem sabedoria para ver o futuro nem poder para controlar o futuro. Portanto, a presunção é pecado, é fazer-se a si mesmo de Deus.

II. DESOBEDECENDO A VONTADE DE DEUS – V. 17

Conhecimento implica em responsabilidade. As pessoas conhecem a vontade de Deus, mas deliberadamente a desobedecem. Nosso pecado torna-se mais grave, mais hipócrita e mais danoso do que o pecado de um incrédulo ou ateu. Mais grave porque pecamos contra um maior conhecimento. Mais hipócrita porque declaramos que cremos, mas desobedecemos. Mais danoso porque os nossos pecados são mestres do pecado dos outros.

“Pois melhor lhes fora nunca terem conhecido o caminho da justiça do que após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado” (2 Pe 2:21).

A. Por que que as pessoas que conhecem a vontade de Deus, deliberadamente a desobedecem?

1. Por orgulho – O homem gosta de considerar o dono do seu próprio destino, o capitão da sua própria alma.

2. A ignorância da natureza da vontade de Deus – Muitas pessoas têm medo da vontade de Deus. Pensam que Deus vai fazê-las miseráveis e infelizes. Mas a infelicidade reina onde o homem está fora da vontade de Deus.

B. O que acontece àqueles que deliberadamente desobedecem à vontade de Deus?

1. Eles são disciplinados por Deus até se submeterem – Hb 12:5-11

2. Eles perdem recompensas espirituais – 1 Co 9:24-27

3. Eles sofrerão consequências sérias na vinda do Senhor – Cl 3:22-25

III. OBEDECENDO A VONTADE DE DEUS – V. 15

A comida de Jesus era fazer a vontade do Pai (Jo 4:34).

A vontade de Deus é que dirige a nossa vida: 1) Esta é a vontade Deus, a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição (1 Ts 4:3). 2) A vontade de Deus é que seu povo se alegre, ore e dê graças em tudo (1 Ts 5:16-18).

Deus revela a sua vontade para todos aqueles que desejam obedecê-la: “Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina” (Jo 7:17).

Nós devemos procurar compreender qual é a vontade do Senhor (Efésios 5:17): “Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor”.

Nós devemos experimentar a vontade de Deus (Rm 12:2).

Nós devemos fazer a vontade de Deus de todo o nosso coração (Ef 6:6).

Quais são as recompensas daqueles que fazem a vontade de Deus?

1) Regozijam-se em profunda comunhão com Cristo (Mc 3:35).

2) Têm o privilégio de conhecer a verdade de Deus (Jo 7:17).

3) Têm suas orações respondidas (1 Jo 5:14-15).

4) Têm uma garantia de recompensa na volta de Jesus (Mt 25:34).

CONCLUSÃO

Qual é a nossa atitude em relação à vontade de Deus? Ignoromo-la? Conhecemo-la, mas deliberadamente a desobedemos ou Obedecemo-la com alegria? Quem obedece a vontade de Deus pode até não ter uma vida fácil, mas certamente terá uma vid
a mais santa e mais feliz.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Reforma Protestante, uma volta às escrituras

A Reforma religiosa do século dezesseis, foi deflagrada quando o monge agostiniano, Martinho Lutero, fixou nas portas da igreja de Wittenberg, na Alemanha, as noventa e cinco teses contra as indulgências e os desmandos do papado. A Reforma não foi uma inovação na igreja, mas uma volta à doutrina dos apóstolos. Não foi um desvio de rota, mas uma volta às Escrituras. A Reforma colocou a igreja de volta nos trilhos da verdade. Quais foram as grandes ênfases da Reforma?

Em primeiro lugar, a singularidade das Escrituras. O conhecido Sola Scriptura, acentua que as Escrituras são a nossa única regra de fé e prática e que devemos rejeitar, peremptoriamente, qualquer doutrina que não esteja fundamentada na Palavra de Deus. Não podemos acrescentar nada às Escrituras nem retirar delas qualquer de seus ensinamentos. A Palavra de Deus é inspirada, inerrante, infalível e suficiente. Sua origem não é humana, mas divina. É inerrante quanto ao seu conteúdo, infalível quanto às suas profecias e suficiente quanto ao seu propósito. Não precisamos nem podemos acrescentar nossas experiências nem as tradições da igreja à Palavra de Deus. Não são nossas experiências que legitimam as Escrituras, mas elas é que julgam as nossas experiências.

Em segundo lugar, a singularidade da Fé. O conhecido Sola Fide, enfatiza que a salvação é recebida por meio da fé e não através das obras. Não somos aceitos por Deus por causa das nossas obras. Somos aceitos em Cristo, por causa de seus méritos, e recebemos essa salvação gratuita por meio da fé. A fé não é a causa meritória da nossa salvação, mas a causa instrumental. Não somos salvos por causa da fé, mas através da fé. A causa meritória da salvação é o sacrifício substitutivo de Cristo, enquanto a fé se apropria dos benefícios desse sacrifício. A fé é a mão estendida de um mendigo para receber o presente do Rei. Vale destacar que a fé salvadora é, também, um dom de Deus. O apóstolo Paulo é meridianamente claro a esse respeito: “Pela graça sois salvos, mediante a fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9).

Em terceiro lugar, a singularidade da graça. O conhecido Sola Gratia, destaca que não somos salvos pelas obras que fazemos para Deus, mas pela obra que Cristo fez por nós. Graça é um dom precioso concedido a alguém que não merece, mas precisa. Deus nos amou quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Deus nos buscou quando estávamos perdidos. Deus nos deu vida quando estávamos mortos. Atraiu-nos para ele, quando todas as inclinações da nossa carne eram inimizades contra ele. Seu amor foi incompreensível, pois sendo nós filhos da ira, ele nos amou infinitamente, e enviou-nos seu Unigênito Filho para morrer em nosso lugar, para nos adotar como filhos e nos receber em sua família, constituindo-nos filhos do seu amor. Isso é graça! Graça bendita, maravilhosa graça!

Em quarto lugar, a singularidade de Cristo. O conhecido Solus Christus, evidencia que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é o único Mediador entre Deus e os homens. Ele é a Porta do céu, o Caminho que nos leva ao Pai. Por sua morte na cruz, rasgou o véu do santuário e abriu-nos um novo e vivo caminho para Deus. Jesus é o único Salvador e não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos. Jesus é único Senhor do universo. Diante dele se dobra todo joelho no céu, na terra e debaixo da terra, para que toda língua confesse que ele é o Senhor para a glória de Deus Pai.

Em quinto lugar, a singularidade de Deus. O conhecido Soli Deo Gloria, destaca que tudo foi criado por Deus e existe para a glória de Deus. O fim último da nossa própria existência é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. O homem não é o centro do universo, Deus é. A salvação é pela graça, pela fé, para as obras, com o único propósito de que Deus seja glorificado por toda a eternidade. Diz o apóstolo Paulo: “Porque dele, por meio dele e para ele são todas as coisas”.A Deus, portanto, honra, glória e louvor, agora, e pelos séculos eternos!

Por: 
Hernandes Dias Lopes

domingo, 12 de maio de 2013

Os 144.000


O livro do Apocalipse é um dos mais difíceis para a maioria dos leitores das Escrituras. Muitas pessoas tem receio de ler este último livro nas nossas Bíblias. Alguns grupos religiosos exploram a ignorância das pessoas e apresentam de maneira persuasiva suas interpretações tendenciosas. Muitos ficam perplexos quando ouvem afirmações ousadas baseadas nas profecias do Apocalipse.

A lista de especulações e distorções cresce diariamente, e seria tolice e perda de tempo tentar responder a todas. Mas vamos considerar uma das mais difundidas destas doutrinas modernas. Alguns ensinam que Deus já determinou um número exato de pessoas que vão para o céu. Citam dois trechos do Apocalipse para defender este número, e afirmam que apenas 144.000 pessoas estarão no céu. Conforme esta interpretação, outras pessoas (nós!) terão de se contentarem com um paraíso terrestre, pois jamais entrarão na presença celestial de Deus. É isso que Deus disse?

O número 144.000 vem de dois capítulos do Apocalipse. João, o autor deste livro, disse: “Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel”(Apocalipse 7:4). Em outro trecho, ele diz: “Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai” (Apocalipse 14:1), e“Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra” (Apocalipse 14:3). Aqui eu citei apenas os versículos que usam o número 144.000, mas sugiro que abra sua própria Bíblia para conferir as leituras e observar comigo alguns fatos nos contextos destes dois capítulos.

É perigoso ignorar o contexto de qualquer trecho. Uma leitura cuidadosa do contexto e do livro inteiro mostra que isto não é um número literal daqueles que irão para o céu. O Apocalipse usa linguagem simbólica para descrever a grande vitória do povo de Deus sobre os inimigos que o perseguiram. Neste livro, candeeiros representam igrejas (1:20), estrelas, algumas vezes, simbolizam anjos (1:20), Jesus é pintado como um leão e um cordeiro (5:5-6), Satanás é um dragão e uma serpente (12:3,9), uma cidade perversa é descrita como uma prostituta (17:1-6), e reis são representados como cabeças de horríveis bestas ou chifres (17:9,12). Há muitos outros exemplos; estes, porém, são suficientes para mostrar a linguagem altamente simbólica do livro.

Os números são especialmente significativos no livro de Apocalipse. Sete é repetidamente usado para representar a inteireza. Quatro representa o mundo (7:1). Entendendo que sete é completo, é fácil compreender que três e meio é incompleto, e assim várias formas de três anos e meio (42 meses; 1260 dias; um tempo, tempos e a metade de um tempo) simbolizam um breve período de sofrimento e perseguição. Os números têm um significado simbólico no livro do Apocalipse.

Pensemos agora no número 144.000. 12 é usado para representar o povo de Deus (12 tribos no Velho Testamento e 12 apóstolos no Novo). 10 e seus múltiplos são números completos (Êxodo 20:6; Isaías 60:22; Oséias 8:12; etc.). Quando Deus quer descrever simbolicamente a totalidade de seu povo, ele usa múltiplos de 12 e 10 no número 144.000. Outros termos simbólicos dão mais significado a este número (leia Apocalipse 7:1-8 e 14:1-5). Agora, percebemos o erro de tentar usar este número literalmente para limitar o número de pessoas no céu. Se tratar o número como literal, teria de tratar literalmente todos os outros aspectos da descrição, e estes falsos mestres não fazem isso! No contexto, os 144.000 são israelitas, 12.000 de cada tribo, homens virgens puros. Estes textos não devem ser interpretados como uma designação literal daqueles que irão para o céu. Mulheres, não só homens, estarão no céu. Pessoas casadas na terra (não exatamente virgens) estarão lá. Gentios, junto com judeus, estarão no céu. As descrições são simbólicas, tal como é o número. Podemos esperar ver muito mais do que 144.000 pessoas redimidas no céu.

Não fique confuso por falsas doutrinas de homens que oferecem a terra quando você pode entrar no céu! Ainda há lugar para mais. Sirva o Senhor para que você possa estar entre as multidões que o adoram eternamente na glória do céu.

-por Dennis Allan

Pages

IECE. Tecnologia do Blogger.
Atualizando

Arquivo do blog

Seguidores

Footer Text

Link List

ADVERTISMENT

Follow on FaceBook