We are coming soon!

40%

We'll notify you when the site is live:

Maintenance Mode is a free coming soon/under construction blogger template from NewBloggerThemes.com. Maintenance Mode blogger template has jQuery countdown timer, progress bar, tabbed view section, email subscription box and twitter follow and share buttons. You can go to Edit HTML replace this with your own words. For more free blogger templates, visit NewBloggerThemes.com.
Copyright © SEDE NACIONAL | Powered by Blogger
Design by ThemeFuse | Blogger Theme by NewBloggerThemes.com

Blogs

sábado, 7 de abril de 2012

A VERDADEIRA PÁSCOA CRISTÃ



A VERDADEIRA PÁSCOA CRISTÃ

CONTEXTO HISTÓRICODesde que Israel partiu do Egito em cerca de 1450 a. C., o povo hebreu celebra a Páscoa todos os anos, na primavera (em data aproximada a sexta-feira Santa).
Depois de os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó passarem mais de 400 anos de servidão no Egito, Deus decidiu libertá-los da escravidão. Suscitou Moisés e o designou como líder do Êxodo (Êx 3-4). Em obediência ao chamado de Deus, Moisés compareceu perante Faraó e lhe transmitiu a ordem divina: “Deixa ir o meu povo”. Para conscientizar Faraó da seriedade dessa mensagem da parte do Senhor, Moisés, mediante o poder de Deus, invocou pragas como julgamentos contra o Egito. No decorrer de várias dessas pragas, Faraó concordava em deixar o povo ir, mas, a seguir, voltava atrás, uma vez a praga sustada. Soou a hora da décima e derradeira praga, aquela que não deixaria aos egípcios nenhuma outra alternativa senão a de lançar fora os israelitas. Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar “todo primogênito... desde os homens até aos animais.” (Êx 12.12)
Visto que os israelitas também habitavam no Egito, como poderiam escapar do anjo destruidor? O Senhor emitiu uma ordem específica ao Seu povo; a obediência a essa ordem traria a proteção divina a cada família dos hebreus, com seus respectivos primogênitos. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si. (Êx 12.4) Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo Páscoa, do hebraico., pesah, que significa pular além da marca, passar por cima, ou poupar). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao Seu povo a importância da obediência e redenção pelo sangue, preparando-o para o advento do “Cordeiro de Deus”, que séculos mais tarde tiraria o pecado do mundo. (Jo 1.29)
Naquela noite específica, os israelitas deviam estar vestidos e preparados para viajar (Êx 12.11). A ordem recebida era para assa o cordeiro e não fervê-lo, e preparar ervas amargosas e pães sem fermento. Ao anoitecer, portanto, estariam prontos para a refeição ordenada e para partir apressadamente, momento em que os egípcios iam se aproximar e rogar que deixassem o país. Tudo aconteceu conforme o Senhor dissera (Êx 12.29-36).


A PÁSCOA NA HISTÓRIA ISRAELITAA partir daquele momento da história, o povo de Deus ia celebrar a Páscoa toda primavera, obedecendo as instruções divinas de que aquela celebração seria “estatuto perpétuo” (Êx 12.14). Era porém, um sacrifício comemorativo, exceto o sacrifício inicial no Egito, que foi um sacrifício eficaz. Antes da construção do templo, em cada Páscoa os israelitas reuniam-se segundo suas famílias, sacrificavam um cordeiro, retiravam todo o fermento de suas casas e comiam ervas amargas. Mais importante: recontavam a história de como seus ancestrais experimentaram o êxodo milagroso na terra do Egito e sua libertação da escravidão de Faraó. Assim, de geração em geração, o povo hebreu relembrava a redenção divina e seu livramento do Egito (Êx 12.26). Uma vez construído o Templo Deus ordenou que a celebração da Páscoa e o sacrifício do cordeiro fossem realizados em Jerusalém (Dt 16.1-6). O Antigo Testamento registra várias ocasiões em que uma Páscoa especialmente relevante foi celebrada na cidade santa. (2º Cr30.1-20;35.1-19,2º RS 23.21-23, Ed 6.19-22).
Nos tempos do Novo Testamento, os judeus observavam a Páscoa da mesma maneira. O único incidente na vida de Jesus como menino, que as Escrituras registram, foi quando seus pais o levaram a Jerusalém, aos doze anos de idade, para a celebração da Páscoa (Lc 12.41-50). Posteriormente, Jesus ia cada ano a Jerusalém para participar da Páscoa (Jo 2.13). A última Ceia de que Jesus participou com os seus discípulos em Jerusalém, pouco antes da cruz, foi uma refeição da Páscoa
(Mt 26.1,2,17-29). O próprio Jesus foi crucificado na Páscoa, como Cordeiro Pascal (1ª Co 5.7) que liberta do pecado e da morte todos aqueles que Nele crêem.
Os judeus continuam celebrando a Páscoa, embora seu modo de celebrá-la tenha mudado um pouco. Posto que já não há em Jerusalém um templo para se sacrificar o cordeiro em obediência a Dt 16.1-16, a festa judaica contemporânea (chamada Seder) já não é celebrada com o cordeiro assado. Mas as famílias ainda se reúnem para a solenidade. Retiram-se cerimonialmente das casas judaicas, e o pai de família narra toda a história do êxodo.


A PÁSCOA E JESUS CRISTOPara os cristãos, a Páscoa contém um rico simbolismo profético a falar de Jesus Cristo. O Novo Testamento ensina explicitamente que as festas judaicas “são sombras das coisas futuras” (Cl 2.16,17; Hb 10.1), isto é, a redenção pelo sangue de Jesus Cristo. Note os seguintes itens em Êxodo 12, que nos fazem lembrar do nosso Salvador e do seu propósito para conosco:


i O centro do evento da Páscoa era a graça salvadora de Deus. Deus tirou os israelitas do Egito, não porque eles eram um povo merecedor, mas porque Ele os amou e porque Ele era fiel ao seu concerto (Dt 7.7-10). Semelhantemente, a salvação que recebemos de Cristo nos vem através da maravilhosa graça de Deus (Ef 2.8-10; Tt3.4,5)


i O propósito do sangue aplicado às vergas das portas era salvar da morte o filho primogênito de cada família; esse fato pronuncia o derramamento do sangue de Cristo na cruz a fim de nos salvar da morte e da ira de Deus contra o pecado (Êx 12.13,23,27; Hb 9.22)


i O cordeiro pascoal era um “sacrifício” (Êx 12.27) a servir de substituto do primogênito; isto prenuncia a morte de Cristo em substituição à morte do crente
(Rm 3.25). Paulo expressamente chama Cristo nosso Cordeiro da Páscoa, que foi sacrificado por nós (1ª Co 5.7).


i O cordeiro macho separado para a morte tinha de ser “sem mácula” (Êx 12.5); esse fato prefigura a impecabilidade de Cristo, o perfeito Filho de Deus (Jo 8.46; Hb 4.15).


i Alimentar-se do cordeiro representava a identificação da comunidade israelita com a morte do cordeiro, morte esta que os salvou física (1ª Co 10.16,17; 11.24-26). Assim como no caso da Páscoa, somente o sacrifício inicial, a morte Dele na cruz, foi sacrifício eficaz. Realizamos em continuação a Ceia do senhor como um memorial, “em memória” Dele (1ª Co 11.24).


i A aspersão do sangue nas vergas das portas era efetuada com fé obediente (Êx 12.28; Hb 11.28); essa obediência pela fé resultou, então, em redenção mediante o sangue (Êx 12.7,13). A salvação mediante o sangue de Cristo se obtém através da “obediência da fé” (Rm 1.5; 16.26)


i O cordeiro da Páscoa devia ser comido juntamente com pães asmos (Êx 12.28). Uma vez que na Bíblia o fermento normalmente simboliza o pecado e a corrupção
(Êx 13.7; MT 16.6; Mc 8.15) esses pães asmos representavam a separação entre os israelitas redimidos e o Egito, isto é, o mundo e o pecado (Êx 12.15). Semelhantemente, o povo redimido por Deus é chamado para separar-se do mundo pecaminoso e dedicar-se exclusivamente a Deus.

fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal; estudo A PÁSCOA; pgs132-133.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A fé em meio às tribulações Somos como uma embarcação sobre as águas do mar da vida podendo ser levada pelos mais diversos tipos de vento.


Por que nossas atitudes de confiança e tranqüilidade diante das adversidades transformam-se em atitudes de insegurança?
(Marcos 4:35-41)
35 - E, naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes: Passemos para o outro lado.
36 - E eles, deixando a multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia também com ele outros barquinhos.
37 - E levantou-se grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia.
38 - E ele estava na popa, dormindo sobre uma almofada, e despertaram-no, dizendo-lhe: Mestre, não se te importa que pereçamos?
39 - E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança.
40 - E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?
41 - E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Mas quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?
(Perto do fim do dia Jesus convidou seus discípulos a navegarem até a outra margem do Mar da Galiléia)
Vários estudos indicam que o termo (dia) se refere a alegria, tempos de bênçãos, refrigério e felicidade enquanto que (noite) à tristeza, tribulação, tempos difíceis e infelizes. Percebamos então que estava perto do fim do dia, ou seja, aquela situação estava perto de mudar. O Mestre convidou seus discípulos a saírem de uma margem do mar e ir para o outro lado como se fosse um teste prático de fé. Jesus juntamente com seus discípulos vinha de uma jornada de muitas curas, muitos milagres, portanto dormiu durante a viagem. Enquanto Jesus dormia, os discípulos se mostravam confiantes visto que estavam sob a companhia do Mestre. Aquele que sempre realizou muitos prodígios e milagres. O que temeriam?
De repente uma grande tempestade os alcançou. Ou seja, houve uma mudança de situação: Antes (dia), a bonança cercava de tranqüilidade aquele barco e agora (noite), a tempestade tenta levá-lo a deriva. Naquele instante, os discípulos mudaram os sentimentos também. Tornaram-se temerosos mesmo sabendo que o Mestre (dormindo) estava com eles. Eles perguntaram:
38 - Mestre, não se te importa que pereçamos?
Ficaram muito temerosos e pensaram que Jesus não estava preocupado com eles e com a situação em que se encontravam (com o barco quase à deriva). Percebam que rapidamente os sentimentos de confiança daqueles discípulos se tornaram em ‘atitudes de desconfiança e desespero’. Refiro-me a atitudes de desconfiança porque eles foram acordar o Mestre para resolver aquela situação não sabendo que eles mesmos poderiam ordenar, pela fé, que os ventos e mar lhes obedeceriam (Mc.4:40).
Somos como uma embarcação sobre as águas do mar da vida podendo ser levada pelos mais diversos tipos de vento. Às vezes as águas estão calmas, e o sol brilha alegrando os nossos dias, mas de repente, o tempo pode mudar trazendo as tempestades, as dificuldades e assim como os discípulos, ficamos sobressaltados e temerosos chegando a pensar que Jesus não se importa conosco tão pouco com a situação em que nos encontramos.
40 - E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?
Ah a fé! E o que é a fé?
Segundo o Dicionário Bíblico Universal (BUCKLAND, 1999) a fé cristã é uma completa confiança em Cristo. A fé é descrita como ‘uma simples mas profunda confiança Naquele que de tal modo falou e viveu na luz, que instintivamente os Seus verdadeiros adoradores obedecem à Sua vontade, estando mesmo às escuras’. A mais simples definição de fé é uma confiança que nasce do coração. 
Como Jesus estava com os discípulos no barco certamente pensaram que não haveria tempestade. Jesus no início dessa passagem convida os discípulos a passarem para o outro lado, ou seja, Ele não falou de uma viagem tranqüila, sem tempestade ou ventos fortes, mas uma chegada certa: “Passemos para o outro lado”. 
Diante das tempestades devemos pensar que se Deus está em nossa embarcação o nosso barco não irá afundar. Temos que crer e ter fé que a tempestade vai se acalmar e nosso barco navegará tranquilamente até chegar do outro lado.
Se a tempestade assola a tua vida saibas que ela não vai durar a vida toda. Lembre-se da “Extraordinária Presença de Jesus” (MALAFAIA, 2009) na sua vida. Se acaso fraquejares assim como os discípulos, lembre-se de Jesus, Ele mesmo fará o mar e os ventos se acalmarem.
37 - E levantou-se grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia.
Embora o vento soprasse tão forte e as ondas subissem por cima do barco e começasse a enchê-lo d’água a tempestade não os fizeram naufragar. Então as tribulações e dificuldades não vêm para nos destruir e sim para nos ensinar e fortalecer a nossa fé. Mas os nossos sentimentos em meio as adversidades mudam e queremos muitas vezes que Jesus esteja a disposição quando elas chegarem para evitar que a nossa embarcação balance sobre o mar revolto da vida. Entretanto, só o nosso Pai sabe se é o momento certo da mudança acontecer e do mar revolto se acalmar. Uma coisa é certa: Chegaremos do outro lado. 
Na vida teremos muitas surpresas desagradáveis (Jo 16: 33), desafios, lutas, mas a Palavra de Deus nos ensina a enfrentar tudo isso por meio da FÉ e ainda nos trás vários exemplos  como:
O Pai da fé: Abraão teve a atitude de entregar seu único filho por amor a Deus.
A ousadia de Davi: que teve a atitude de enfrentar o gigante porque sabia certamente que Deus estava com ele.
Não se deixou influenciar: Daniel teve toda oportunidade do mundo para se afastar de Deus, mas teve a atitude de permanecer fiel e Deus o honrou colocando-o como governador da Babilônia.
Pela fé, Pedro disse ao paralítico: Levanta-te e anda. E ele levantou e andou.
E você tem a presença de Jesus em sua vida?
Lembre-se que se Jesus estiver no seu barco, certamente chegará seguro do outro lado.
Referências:
BÍBLIA SAGRADA. SP - Edição de 1995. 
BUCKLAN, A.R. Dicionário Bíblico Universal. Editora vida. SP. 1999.
MALAFAIA, Silas. Um exemplo de fé a ser seguido. Ed. Central Gospel. RJ. 2009.
A Extraordinária Presença de Jesus. Ed. Central Gospel. RJ. 2009.
Ana Kleya VisgueiraMembro da I Congregação da AD do Dirceu II - Formada em Pedagogia pela UFPI – Esp. em Psicopedagogia Clínica e Institucional – Educadora Infantil – Professora de IES, Graduação e Pós – Palestrante – Mestranda em Educação pela UACDE – PY.
Ana Kleya Visgueira

PNDH 3 Programa Nacional de Direitos Humanos




Transcrevo abaixo as páginas 98 a 101 do PNDH 3. Leia e julgue você mesmo. Chamo a atenção para os grifos que fiz. Eles merecem análise à parte. Se quiser ter acesso ao texto completo,http://portal.mj.gov.br/sedh/pndh3/pndh3.pdf


Objetivo estratégico V:


Garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero.


Ações programáticas:


a) Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de uma cultura de respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.


Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República




b) Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.


Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça


Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a aprovação de legislação que reconheça a união civil entre pessoas do mesmo sexo.




c) Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.


Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República


Recomendações:


• Recomenda-se ao Poder Judiciário a realização de campanhas de sensibilização de juízes para evitar preconceitos em processos de adoção por casais homoafetivos.


• Recomenda-se ao Poder Legislativo elaboração de projeto de lei que garanta o direito de adoção por casais homoafetivos.




d) Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade (grifo meu).


Responsável: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão


Parceiro: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República




e) Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.




Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República


Parceiro: Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República


Recomendação: Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a promoção de ações que visam a garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.




f) Acrescentar campo para informações sobre a identidade de gênero dos pacientes nos prontuários do sistema de saúde.


Responsável: Ministério da Saúde




g) Fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia através de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania daquele segmento em universidades públicas.


Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República


Parceiro: Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos




h) Realizar relatório periódico de acompanhamento das políticas contra discriminação à população LGBT, que contenha, entre outras, informações sobre inclusão no mercado de trabalho, assistência à saúde integral, número de violações registradas e apuradas, recorrências de violações, dados populacionais, de renda e conjugais.


Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República


Parceiros: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


(IBGE); Ministério da Justiça; Ministério da Saúde; Ministério do Trabalho e Emprego




Objetivo estratégico VI:


Respeito às diferentes crenças, liberdade de culto e garantia da laicidade do Estado.


Ações programáticas:


a) Instituir mecanismos que assegurem o livre exercício das diversas práticas religiosas, assegurando a proteção do seu espaço físico e coibindo manifestações de intolerância religiosa.


Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério da Cultura; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República


Parceiro: Fundação Cultural Palmares (FCP)


Recomendação: Recomenda-se aos estados e ao Distrito Federal a criação de Conselhos para a diversidade religiosa (grifo meu) e espaços de debate e convivência ecumênica para fomentar o diálogo entre estudiosos e praticantes de diferentes religiões.




b) Promover campanhas de divulgação sobre a diversidade religiosa para disseminar cultura da paz e de


respeito às diferentes crenças.


Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da


Cultura; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República


Parceiro: Fundação Cultural Palmares (FCP)




c) Desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União (grifo meu).


Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República


Recomendação: Recomenda-se o respeito à laicidade pelos Poderes Judiciário e Legislativo, e Ministério Público, bem como dos órgãos estatais, estaduais, municipais e distritais.




d) Estabelecer o ensino da diversidade e história das religiões, inclusive as derivadas de matriz africana, na rede pública de ensino, com ênfase no reconhecimento das diferenças culturais, promoção da tolerância e na afirmação da laicidade do Estado.


Responsáveis: Ministério da Educação; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República


Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades


Parceiros: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República;


Ministério da Cultura; Fundação Cultural Palmares (FCP)




e) Realizar relatório sobre pesquisas populacionais relativas a práticas religiosas, que contenha, entre outras, informações sobre número de religiões praticadas, proporção de pessoas distribuídas entre as religiões, proporção de pessoas que já trocaram de religião, número de pessoas religiosas não praticantes e número de pessoas sem religião (grifo meu)


Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República


Parceiros: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Pr. Geremias CoutoComentarista da revista "Lições Bíblicas" para a Escola Dominical, publicada pela CPAD, pastor evangélico, presidente da Omega Mission Ministry. http://geremiasdocouto.blogspot.com/
Pr. Geremias Couto

Pages

IECE. Tecnologia do Blogger.
Atualizando

Arquivo do blog

Seguidores

Footer Text

Link List

ADVERTISMENT

Follow on FaceBook