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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

[Vídeo] Conheça o mendigo cantor que emocionou e fez sucesso nas redes sociais interpretando músicas gospel

[Vídeo] Conheça o mendigo cantor que emocionou e fez sucesso nas redes sociais interpretando músicas gospel
O morador de rua que ficou conhecido através do vídeo em que canta a música “Um milagre em Jericó” teve sua identidade revelada.
O nome dele é Antenorgenes, e ele seria ex-levita da Igreja do Evangelho Quadrangular, de onde teria se afastado tempos atrás.
As informações a respeito de Antenorgenes foram divulgadas por Elvis Oliveira, usuário que relatou a situação do mendigo nos comentários do vídeo que publicou no Youtube.
De acordo com Elvis, Anternorgenes vive nas ruas em Santos Dumont, Minas Gerais, e é usuário de crack. Nos comentários do vídeo no Youtube, o internauta Marcos Amado se identifica como obreiro da congregação onde Antenorgenes teria sido membro e reforça a informação.
Marcos afirma ainda que Antenorgenes não permaneceu frequentando os cultos na denominação e sua condição social se degradou desde então. “Certa vez ele esteve vagando pelas ruas de BH e o nosso pastor titular, providenciou para que ele fosse trazido de volta para a nossa cidade, prestando toda assistência cabível”, disse Amado.
Segundo ele, providências foram tomadas para que Antenorgenes seja internado e tratado, e possa ser reintegrado à sociedade.
Confira abaixo, um novo vídeo com Antenorgenes interpretando a música “Deus de Promessas”, do Toque no Altar:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Gene gay – Discussão gerada por geneticista e Silas Malafaia abre nova polêmica: “Eli Vieira não é autoridade final sobre o assunto”

Gene gay – Discussão gerada por geneticista e Silas Malafaia abre nova polêmica: “Eli Vieira não é autoridade final sobre o assunto”
As declarações em vídeo do geneticista Eli Vieiracontestando os argumentos sobre genética usados pelo pastor Silas Malafaia na entrevista dada por ele ao De Frente com Gabirepercutiram nas redes sociais e agora, sofrem avaliações de outros formadores de opinião.
Com mais de um milhão de visualizações no Youtube, as declarações de Eli Vieira foram analisadas sob uma ótica mais minuciosa e não tão simplista pelo jornalista Pedro Burgos e pela socióloga Regina Facchini.
Burgos afirma que entende “que muita gente tenha se sentido incomodada com as coisas que Silas Malafaia falou no domingo”, porém ressalta que “o problema não é só o tom da revanche, mas a confiança cega em ‘estudos’”, por parte do geneticista.
“Quando é conveniente para Eli Vieira [...] ele cita hipóteses. Quando Silas cita livros e outros estudos que contradizem a sua visão, que tem até mais base, isso é ‘charlatanice’”, pondera Burgos.
Regina Facchini ressalta que há que se diferenciar partes do assunto para que a discussão seja feita a partir do equilíbrio e revela: “Há um ponto que me preocupa muito: a repercussão nas redes sociais foi bastante grande, especialmente entre pessoas preocupadas com a defesa dos direitos de LGBT, mas infelizmente parece não se ater a essa diferenciação”, afirmando que muitos entenderam que o discurso usado por Silas Malafaia estava derrubado.
“Todos já ouvimos sobre estudos que procuram demonstrar que o ‘comportamento sexual humano’ sofre influências genéticas ou biológicas de modo mais amplo. Não há novidade nisso. Esses estudos pipocam na mídia há décadas. O novo é assumir e procurar difundir, de uma perspectiva da genética, que há demonstrações científicas dessa influência, mas também há o fato de que o comportamento humano NÃO É DETERMINADO geneticamente”, pondera a socióloga que complementa afirmando que o comportamento de uma pessoa “trata-se de algo bastante complexo e não nos cabe reduzir essa complexidade para fazer com que caiba em nossas escolhas morais. Do ponto de vista político, temos que lidar com o fato tal qual é”.
Regina ressalta ainda que as palavras de Eli Vieira tornam acessíveis e não simples um assunto complexo: “Lamento o uso que se tem feito na rede desse vídeo pra dizer que ‘vejam, que bom, a gente nasce assim!’. Além de simplificação absurda da questão e distorção do que o autor do vídeo diz, há uma acomodação a um olhar reducionista em relação ao ‘comportamento humano’, que desconecta a questão de seu norte político mais profícuo: trata-se de reconhecimento ou não dos direitos humanos”, pontua.
Para o jornalista Pedro Burgos, o caminho contra a simplificação equivocada das questões em torno da luta de ativistas é a definição de princípios para basear o debate: “Temos que adotar uma postura, na falta de um termo melhor, cientificista, de achar que um estudo X valida qualquer ideia, e pensarmos na floresta e menos nas árvores”.
A psicóloga cristã Marisa Lobo também publicou um texto com pesquisa e opinião de diversos nomes conceituados no meio científico para comprovar que “não existem fatos científicos que provem que a homossexualidade seja genética. Todos os estudos divulgados deixam claro que se trata de probabilidade apenas, e induzir ao erro é considerado um grave delito na comunidade científica”, disse ela que relata estar sendo fortemente atacada por militâncias gays e ateistas devido a suas convicções e publicações na internet.
Nos comentários da matéria veiculada pelo Gospel+ sobre a tréplica de Eli Vieira a Silas Malafaia, o usuário Enelia analisou o site do geneticista e criticou a posição dele: “Esse Eli parece uma autoridade final sobre esse assunto, mas isso não é verdade. Estive lendo alguns artigos dele e o que ele apresenta são estudos baseados em observação e não em fato concreto confirmando que há algum tipo de genes que determina que o indivíduo nasce homossexual [...]Ele argumenta que na verdade ‘Há diferentes estudos propondo bases genéticas para a homossexualidade e razões evolutivas para seu surgimento’, Ou seja são estudos com propostas e não fatos científicos [...]Eu fico com a última parte que ele disse: ‘…os geneticistas já sabem que é inadequado dizer que existem genes ‘PARA’ estas características’ Ele acabou de confirmar o que o Silas (cientificamente ou não) disse. Tudo está ainda no campo da teoria”, escreveu.
Confira a íntegra dos artigos de Marisa Lobo, Pedro Burgos e Regina Facchini acessando os seguintes links:
“Malafaia ‘perdeu’ e a ciência ganhou? Não tão rápido”, por Pedro Burgos
“O status de humano e suas medidas”, por Regina Facchini“Gene Gay? Com ciência não cabem malabarismo”, por Marisa Lobo
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ainda existe uma escolha


Ainda existe uma escolha
“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”.
INTRODUÇÃO:
O poeta Chileno Pablo Neruda, certa feita disse: “Somos livres para fazer nossas escolhas, mas sempre seremos prisioneiro das consequências”.
Na vida estamos sempre fazendo escolhas e assumindo as consequências de nossas próprias decisões. Algumas dessas consequências refletem em nossas existências das seguintes formas:
  • Por um curto período.  Ex: Qual será sua formação acadêmica?
  • Por um longo período. Ex: Qual será a sua profissão?
  • Por toda vida. Ex: Com que você irá se casar?
  • Para além da vida: Onde passarás a eternidade?
ELUCIDAÇÃO DO TEXTO:
Jesus foi extremamente claro ao nos informar que existem: Duas portas, dois caminhos e uma só escolha.
Você precisa fazer a sua escolha, entre:
- A porta larga que nos leva ao caminho espaçoso que nos conduz a perdição e são muitos os que a procuram.
- A porta estreita que nos leva ao caminho apertado que nos conduz a vida e são poucos os que a procuram.
Tema: AINDA EXISTE UMA ESCOLHA
     I.        A ESCOLHA É PESSOAL:
  • Somos responsáveis pelos nossos próprios atos – (Rm 14. 12).
  • Precisamos pessoalmente invocar ao nome do Senhor – (Rm 10. 13).
II.        A ESCOLHA É ÚNICA:
  • Não há multiplicidade na escolha – (Mt 6.24 ).
  • Não neutralidade na escolha – (Mc 9.40 / Ap 3.15,16).
III.        A ESCOLHA É DECISIVA:
  • O homem decide o caminho que deseja trilhar – (Sl 119.30).
  • O homem decide a que Deus servirá – (Js 24.15).
IV.        A ESCOLHA É VOLUNTARIA:
  • Deus não obriga ninguém a servi-lo – (Lc 9.23).
  • Deus não violenta a vontade humana – (AP 3.20).
V.        A ESCOLHA É DEFINITIVA:
  • Não devemos voltar atrás – (Lc 9.62/ Hb 10. 38).
  • Sua decisão na terra repercutirá por toda a eternidade – (Jo 3.16).
CONCLUSÃO:
- Para os que andam em busca de uma porta. Jesus é a porta: (Jo 10.09).
- Para os que andam em buscam de um caminho. Jesus é o caminho: (Jo 14.06).
Conta-se uma historia que no reino muito antigo, o seu rei construiu muralhas enormes, fortalezas intransponíveis e em meio às grandiosas e robustas paredes, ele pediu para que se construísse uma porta mui pequena e extremamente estreita para o acesso exclusivo dos viajantes. Alguém o perguntou sobre o real propósito de tal porta e o rei simplesmente explicou informando-o que qualquer peregrino que viesse de onde viesse, desejando adentrar em seu reinado, antes precisaria deixar do lado de fora seus embrulhos e suas bagagens, certamente o rei não admitia a hipótese de que alguma forma de mal penetrasse em seu reino.
Da mesma forma é o reino de Deus se alguém deseja entrar em seus palácios reais, antes precisa despojar de todos os seus embrulhos mundanos e bagagens pecaminosas.
Caro leitor, lembre-se que existem duas portas, dois caminhos e uma só escolha, ainda existe uma escolha.
“Esforçai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão”. (Lc 13:24).

autor

Sidney Osvaldo Ferreira

Sidney Osvaldo Ferreira

Pastor presidente da Igreja Batista Evangelizadora, em Paulo Afonso - BA. Teólogo, Filósofo e Administrador. Casado com a nutricionista Vanessa Cristina. Contato virtual: sidney.osvaldo@hotmail.com

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