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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Perseguição X liberdade religiosa


Perseguição X liberdade religiosa

Duas fontes atuais nos ajudam a definir o que é a perseguição – As Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), e a própria Bíblia Sagrada.
De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.
Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, expandiu esse Artigo:
1. Toda pessoa terá direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.
2. Ninguém poderá ser submetido a medidas coercitivas que possam restringir sua liberdade de ter ou de adotar uma religião ou crença de sua escolha.
3. A liberdade de manifestar a própria religião ou crença estará sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.
4. Os estados-partes no presente Pacto comprometem-se a respeitar a liberdade dos pais - e, quando for o caso, dos tutores legais - de assegurar aos filhos a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
Pode-se dizer então, que o individuo é perseguido se for privado de qualquer dos elementos fundamentais da liberdade religiosa.
Segundo o fundador da Portas Abertas, Irmão André, “perseguição não se refere a casos individuais, mas sim, quando um sistema, político ou religioso, tira a liberdade de um cristão ou o acesso à Bíblia, restringe ou proíbe o evangelismo de jovens e crianças, atividades da igreja e de missões.
Para o Irmão André, não é legítimo usar o termo perseguição para descrever uma tragédia individual que ocorre numa sociedade que concede liberdade religiosa. É um termo que deve ser reservado para comunidades inteiras que enfrentam campanhas organizadas de repressão e discriminação, como ocorreu no estado de Orissa, na Índia, em 2008.
Perseguição segundo a Bíblia
Além do apóstolo Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição:

Governantes (Atos 12.2)
Sacerdotes (Mateus 26.3,4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59)
Mercadores (Atos 16 e 19)
Agitadores (Atos 17)
Família (Mateus 10.35,36)
Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3.12).
Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.
Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial.
Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã. Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.
Se quiser saber mais detalhes sobre a perseguição nos dias de hoje, leia o livro A fé que persevera – Guia essencial sobre a perseguição à Igreja, de Ronald Boyd-MacMillan, publicado pela Portas Abertas.
No livro, Ronald Boyd-MacMillan afirma: “[Há] dois elementos centrais que nos levam além do Artigo 18. Primeiro, nas palavras de um pregador palestino ‘Isso não diz respeito a nós’. A perseguição diz respeito a Cristo, e a trindade do mal (carne, mundo e diabo) está tentando chegar até Cristo por meio de nós. Não somos nós, estritamente falando, o objeto da perseguição. Nós somos as vítimas dela. Segundo, a perseguição é universal. Essa trindade do mal está perseguindo Cristo, o nosso novo Senhor, estejamos definhando num campo de trabalhos forçados ou deitados no convés de um iate. Bastante simples: se levamos conosco a nossa nova identidade de Cristo, seremos perseguidos”. 

Pastor Youcef Nadharkani ainda vive sob ameaças no Irã

Pastor Youcef Nadharkani ainda vive sob ameaças no Irã
Após três anos de cárcere em uma prisão iraniana, o pastor Youcef Nadharkani finalmente obteve a liberdade e está com sua família. Mas apesar de livre, ele atualmente é constantemente vigiado e está proibido de sair do país por tempo indeterminado.
Considerado culpado por realizar atividades evangelísticas entre muçulmanos, o líder religioso continua com seu caso em aberto na justiça. Segundo uma fonte ouvida peloPortas Abertas, “infelizmente ainda existe a possibilidade de o pastor Yousef ser preso e até morto”.
O caso Nadharkani alcançou repercussão internacional e organismos internacionais como a União Européia e o congresso norte-americano atuaram pressionando o Irã por violar a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Um clamor internacional foi levantado pela sua libertação. O Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) realizou uma campanha que atingiu cerca de 3,1 milhões de contas no Twitter com notícias sobre sua prisão.
Nadharkani, apesar de viver todo o tempo do cárcere sob ameaça, nunca aceitou retornar ao islamismo.
Por Jussara Teixeira para o Gospel+

Autor de “Teologia Generosa”, pastor Brian McLaren realiza cerimônia de casamento gay de seu filho

Autor de “Teologia Generosa”, pastor Brian McLaren realiza cerimônia de casamento gay de seu filho
O pastor e escritor Brian McLaren, conhecido por suas diversas publicações, dentre elas “Teologia Generosa”, admitiu ter mudado sua visão a respeito do homossexualismo ao descobrir que um de seus filhos é gay.
McLaren, de acordo com informações do site Christianity Today, não apenas passou a aceitar a união de duas pessoas do mesmo sexo, como realizou a cerimônia de casamento de seu filho, Trevor Douglas McLaren com seu parceiro, Owen Patrick Ryan.
Segundo o jornal The New York Times a cerimônia de casamento gay realizada pelo pastor contou com “elementos cristãos tradicionais”, e foi realizada na sede da Sociedade Naturalista Autobon, em Maryland.
Brian McLaren afirmou que sua reação de rejeição ao fato de seu filho ser homossexual foi desaparecendo com o passar do tempo, e que isso o fez mudar de ideia a respeito do homossexualismo ser pecado: “Jamais havia imaginado que um dos meus filhos pudesse ser gay”, declarou o pastor, que agora faz parte de um movimento nos Estados Unidos que prega que o cristianismo abandone o que classifica como “heterossexissmo” e busque uma reconciliação com os homossexuais, convivendo com suas práticas.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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